O Poderoso Chefão
Título: O Poderoso Chefão
Autor: Mario Puzo
Comentários pessoais: Independente de ter assistido ao filme primeiro, vale muito apena ler este livro. Quem achou que o filme foi uma obra prima do cinema, após a leitura do livro, começará a idolatrar o Mario Puzo.
O livro possui uma enorme riqueza de detalhes que o filme não conseguiu mostar, mesmo porque, para mostrar todos os detalhes seriam necessários muito mais horas de filme.
Alguns momentos durante o filme são apresentadas cenas um pouco jogadas, fazendo com que partes importantes do conteúdo passem despercebidas.
A parte em que o cavalo do diretor é morto no filme é contado com uma riqueze de detalhes impressionante no livro.
Digo mais, leiam o livro e assim que terminar, assitam o filme.
Na verdade, a história do livro é contada no “Poderoso Chefão – Parte 1″, e pouquissíma coisa na Parte 2. Apenas os textos do livro referentes ao início da vida de Don Corleone ficou na Parte 2 do filme, o restante é tudo contado na Parte 1.
Já que estamos falando não só do livro, mas do filme também, gostaria de dizer uma coisa pra finalizar: “Al Pacino é O Cara!”
Pra começar…
Porque somos dotados de inúmeras idéias e quando tentamos transcrevê-las para o papel, subitamente, elas se embaralham de tal forma que se torna quase impossível colocá-las em uma seqüência objetiva para que outras pessoas possam nos entender sem que haja várias interpretações do que foi escrito?
Se a prática realmente levar a perfeição, espero conseguir, no decorrer de vários posts, passar minha visão de mundo as pessoas que, assim como eu, têm a necessidade de ver o mundo com outros olhos, que não os próprios.
Pra começar, gostaria de contar uma história mais ou menos assim…
Era uma vez um marinheiro, cujo toda vida foi passada no mar, desconhecendo assim a visão de terra firme. De acordo com que foi crescendo, ouviu várias histórias do que seria uma “terra firme” e das maravilhas que lá encontraria.
A cada ano sua curiosidade crescia mais e mais, fazendo com que este marinheiro se interrogasse sobre como encontrar terra firme. Em pouco tempo ele foi apresentado a um diário marítimo que descrevia não só o caminho, mas a forma como navegar pelo mar até encontrar terra firme.
Depois de uma avaliação do diário, este marinheiro começou a questionar quem o tinha escrito, uma vez que se ninguém conhecia de fato a terra firme, como saberiam a forma de chegar até ela.
Em pouco tempo suas dúvidas se tornaram maiores que as explicações fornecidas pelas pessoas que encontravam navegando no mesmo barco que ele, fazendo-o sentir uma necessidade imensa de trocar de embarcação, e assim o fez, não só uma, mas várias vezes.
Algumas de suas dúvidas foram sanadas, outras não, mas o que o fez ficar ainda mais incomodado, foi sua descoberta de alguns outros diários que afirmavam existir a mesma terra firme do primeiro, porém com trajetórias diferentes a serem seguidas.
Às vezes ele chegava a se sentir culpado pensando se realmente haveria terra firme no final de sua jornada, talvez por comodidade, decidiu achar que sim. Durante sua trajetória, viu várias embarcações sucumbirem às forças da natureza, algumas saírem com avarias enormes e outras saírem ilesas. Percebeu que as que ficavam ilesas, somente acontecia por dois motivos, o primeiro era por já ter passado por tempestades iguais, e segundo era devido ao marinheiro seguir os ensinamentos que os diários de viagem ensinavam.
Depois decidiu isolar os casos de marinheiros que optavam por utilizar o diário como premissa básica, pode observar que nem todos saiam ilesos, o que fez seus pensamentos nebularem e repensar se os diários estariam corretos.
Sempre notou que o curso a se percorrer era difícil, e que, uma vez fora dele, o retorno até encontrar a rota era mais difícil que o próprio trajeto a ser seguido.
Em alguns momentos este marinheiro pensa que a única terra firme existente é a que se encontra no fundo do mar. Mas ai percebe que seria muito fácil de chegar até ela, mas também doloroso, uma vez que a possibilidade de abrir mão da superfície é como uma adaga afiada em sua cabeça.
A única certeza que esse marinheiro tem é de que um dia sua embarcação afundará, e mesmo assim ele acha que nunca estará preparado para isto, assim como nunca esteve preparado para ver as embarcações de marinheiros próximos que se afundaram.
Devido à grande variação de interpretações, este marinheiro prefere seguir a sua própria trajetória, utilizando o que é comum em todos os diários e questionando tudo que gera qualquer tipo de dúvida.
Este marinheiro, agora posta este texto com o intuito de que as pessoas possam conhecer um pouco mais da sua visão de vida, e não há como falar de vida sem falar de religião.
Prometo que os próximos textos serão mais objetivos, pois pretendo postar a visão de mundo que eu tenho quando em contato com outras coisas, tais como, filmes, livros, vídeos, artigos etc. Tenho a intenção de postar minhas opiniões e sentimentos sobre todos estes temas. Com certeza algo mais como política e economia também será discutido.
Espero que os textos futuros possam, de alguma forma, ser útil a todos os seguidores do blog.
Abraços a todos os amigos. Em especial ao amigo Adrian que foi capaz de fazer muito em tão pouco tempo.
Feliz 2010!
Olá, visitantes!
Depois de muito ensaiar, dei o primeiro passo! Registrei um domínio e instalei um blog.
Vamos ver se darei prosseguimento ao restante dos passos!
